Chapter Text
Adão encara apatico o corpo de Simo, seu caçula sempre gentil e doce, estava deitado em uma cama de neve e lirios, Loki estava ajoelhado ao lado do corpo os olhos vagos não encaravam nada apenas olhavam para o espaco de forma cega, quantas vezes ja foram, quantas formas Adão vira Simo morrer, dessa vez tao pequeno e inocente, Loki o encontrou cedo de mais, dessa vez Simo morreu antes de saber o que era o mundo, levado pela maldita maldição.
Faça os deuses sofrerem por seu egoismo e sua arrogancia mais deixe suas crinças em paz, seus filhos pequenos e frageis ja não sofreram de mais!
- Querido vamos volta por favor - Eva toca o ombro do marido, sua voz carregada de uma dor crua mais antiga - Vamos arruma a casa para o proximo ciclo.
- Malditos deuses - Adão rosna socando uma arvore ao seu lado, a madeira sede perante a forca do soco - Porque arrasta minhas crianças para isso! Quantas vezes mais veremos os corpos deles.
Eva cobre a boca e soluça abafadamente a mãe da humanidade, antes inocente e cheia de vida, era uma casca do que ja fora, os cabelos loiros estavam curtos, as flores antes que os ardonavam a muito murcharam e morreram, enterrada junto a seus filhos em suas primeiras mortes, sua pele perdera a cor se tornando palida o que destacava as olheiras em seus olhos opacos.
- Se os escondermos - Eva sussurra olhando o nada ate de forma desidida - Adão e se nos os escondessemos do mundo, um lugar que so nos sabemos aonde eles podem finalmemte viver sem a contante laço da morte em seus pescoço.
Adão pensa um pouco, ele tambem mudara muito nesses anos de tortura interminavel, a perda constante transformam ate as mais perfeitas criações em zombarias imperfeitas - Sim um paraiso so nosso e dos nossos filhos, que se foda os deuses.
Sorrindo para Adão, Eva pega sua mão o puxando a um beijo.
- Nos os protegeremos e os amaremos querido, e ninguem os tirarar de nos nunca mais - Eva sussurra prometendo enquanto juntava sua testa com a de Adão - Seremos uma familia uma perfeita familia
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Todos os deuses se encontravam reunidos, no centro os lutadores humanos estavam ajoelhados e desarmados com correntes em seus braços, os caidos humanos foram revividos a pedido dos seus oponentes, e flutuando no centro a imagem do planeta terra era visivel.
- Os Humanos perderam o Ragnarok e como combinado a raça humana sera exterminada - Zeus fala serio, ele estranhamente não brincava ou zombava como antes - A pedido de alguns deuses certos humanos seram poupados e entregues a eles como servos.
Os humanos cativos protestam, Adao ate mesmo tenta se ergue para proteger suas crianças, não deixaria que eles fossem usados de brinquedos para aqueles malditos deuses.
Zeus ignora o protesto dos humanos e bate o martelo logo todos veem a projeção da terra ser atingida por calamidades, o mar consumia a terra com ondas colossais, fogo chovia dos vulcoes, terremotos destruiam tudo como a batida de uma dança destrutiva, chuvas em uma tempestade imparavel carregada de mil raios, o sol queimava tudo de forma cruel, pragas devastavam as plantaçoes, moscas carregavam pestilencias que contaminavam todos os seres vivos, o apocalipse era cruel e os deuses pareciam orquestra para serem ainda torturoso ate o fim.
Os humanos foram entregues para seus oponentes, no começo muitos so queriam vingança ou apenas porque gostaram da luta e os queriam como brinquedos, mas aos poucos os deuses começaram a amar, e quanto mais os deuses conviviam com os humanos mais os amavam e mais os viam definhar em vida.
O primeiro a parti fora Simo, Loki odiava o humano que o matou, a arma que Brunild usou para o quebra de vez por isso era cruel com o humano o tratando pior que um animal, mais Simo entendia a dor de Loki e aos poucos Loki entendeu ele nunca amou a valkyria ele amava era o fato de alguem o ver, e Simo o via, Simo sabia o que Loki gostava,Simo ouvia sobre seus filhos, mortos como todos que Loki estimou, Simo mesmo melancolicamente estava ao lado de Loki entao quando Loki voltou de uma reunião e o encontrou com os pulsos cortados no jardim, em meio as flores que ele cuidava com tanto carinho algo no deus da mentira realmente se quebrou.
" São Lirios do Vale a flor da falicidade, sao o orgulho da Finlandia"
O segundo a se entrega ao fim fora Nikola, o cientista tentou ele realmente tentou seguir em frente cuidar dos que estavam vivos, mais ve a destruição, saber como deve ter sido, imagina perfeitamente a dor, era de mais, Nikola não temia Beelzebub, ele ate o respeitava mais os pesadelos e a solidão para alguem como ele era de mais, comecou com uma garrafa e terminou com uma overdose solitaria, mais antes de ser engolido pela escuridão ele viu Beelzebub se desesperar e implorar.
"Desculpe... mais e de mais"
O terceiro Susano'o respeitava o pequeno espadachim e o tratava com respeito e dignidade mais seus irmãos, Amaterasu e Tsukiyome, viam o humano como algo vil, uma mancha em sua familia, algo que causou dor a eles quando foram forçados a testemunhar a alma de seu irmãozinho se desfazer, então os deuses mais velhos era cruel com o pequeno humano o atormentando sem que Susano'o visse, e quando o deus da espada descobriu ja era tarde de mais, Okita cometera seppuku, so wue sem alguem para lhe corta a cabeça fora uma morte lenta e agoniante.
"Posso ser egoista mas...quero cruzar espadas sempre com voce"
Qin fora o quarto, ele era bem tratado por Hades, o soberano do submundo o tinha como algo bonito para brincar, ele nunca realmente se forçou contra Qin, não Hades sabia respeita limites, mas Qin nunca foi livre para escolher, ele era um brinquedo bonito de Hades, algo para ser exibido e tocado, mais quando Persefone retornava era escondido e ignorado.
A deusa sabia sobre Qin e amava o torturar, ela nunca o tocara mais sempre de forma venenosa sussurrava o qual patetico ou como uma falha de imperador ele era, Qin não salvou seu povo, Qin não era nada para Hades, um brinquedo usado quando conveniente e escondido quando desnecessario, e mesmo que Hades começasse a o procurar mais, mesmo com Persefone em casa, mesmo que Hades o convidasse para debates e jogos a mente de Qin estava degastada e um dia Hades foi ao quarto de Qin para o encontra enforcado.
"Um rei deve sempre esta a frente de seu povo mas sem o povo do que serviria um rei...Para o que eu sirvo?"
O quinto fora o ingles, Hercules cuidava bem de Jack, mais era rigido, obrigava o i gles a trabalhar servindo os deuses, na logica do ruivo, se Jack trabalhasse poderia se redimir dos crimes que cometera, pena que muitos deuses menores guardavam rancor de Jack por matar Hercules, e deuses menores poderiam ser crueis sem precisar matar, Jack era contantemente violado pelos deuses que Hercules o mandava servi, subjulgado, usado, xingado e deixado, sempre calado ele nunca contou ao eus da fortitune temendo uma punição pior, ele poderia aguenta não era como se aquilo fosse novidade, crescer em um bordel era algo cruel, mais todos tem um limite e no final fora uma lamina em seu peito que o matou, uma lamina que ele mesmo enfiara.
" Perdoe me Querido Deus mais acho que não tenho salvação"
O sexto fora Rasputin, o que era ironico ja wue em vida ele fugira tantas vezes da morte para o mesmo a encontra de braços abertos, o monge pertencia a Anubis, o homem chacal era um bastardo, ele odiava Rasputin pelo insulto de fugir da morte, ele odiava Rasputin porque mesmo vencendo fora humilhado pelo humano durante a luta, então Anubis o isolou, em uma tumba debaixo das areias apenas um um duto para ar, Anubis era o unico autorizado a entrar e interagir com seu humano, ele comia quando Anubis permitia, dormia apenas quando Anubis mandava, a vida dele era da morte que ele tanto desprezou e fugiu, mais o isolamento acabou mostrando a Anubis que talvez o humano pudesse ser da morte algo mas, algo que o deus nunca descobrira ja que em dia ao levar o almoco o encontrou morto envenenado.
" A morte não me assusta, ela e um amado e velho amigo"
O setimo fora Sasaki, Poseidon o pediu para se vingar e por muito tempo fora isso que o loiro fez, por dias Poseidon levou sasaki a beira da morte e o trouxe de volta, por vezes Sasaki ficou obedientemente ao lado de Poseidon ao ponto de quando o deus tinha lembranças do tempo que passou nas mãos do pai fora o espadachim que o acalentou, Poseidon era como o mar calmo por fora mais um turbilhão de emoçoes crueis e destrutivas por dentro, qualquer erro e o peço das ondas se manchavam de carmim, qualquer descuido e a mão de Poseidon se erguia, ate que chegou em um ponto que Sasaki parou de luta contra a correnteza e deixou o frio mar o abraça eternamente, o mar que Poseidon tanto amou foi o que levou quem ele aprendeu a amar.
" Garoto, chorar nao e fraqueza e força para se liberta"
O oitavo fora Raiden, o lutador era orgulhoso entao ser o brinquedo de Shiva, o japones lutou e tentou fugir, mais Shiva achava graça e as esposas dele o puniam, era humilhante ser tratado daquela forma entao quando soube do suicidio de Qin ele resolveu serguir o imperador, Raiden bolou um plano, fora o mas irritante e desreipeitoso, e quando notou que Shiva estava no auge de sua irritação e bebado, cortesia de Raiden que mantinha sua caneca cheia, o humano o desafiou para uma luta como a do Ragnarok, entorpecido pela bebida Shiva assentiu, um suicidio em batalha algo que se adequava a Raiden e algo que Shiva so notou quando sua mão atravessou o peito dele, ele não se esquivou pelo contrario foi de encontro ao fim.
" Voce dança muito bem não deixem que desmereçam isso"
O nono a se matar ironicamente fora o humano da nona rodada, Apollo viu a bela alma de Leonidas durs te a luta e a desejou a si, Apollo amava de mais era obsessivo e sufocante, Leonidas odiava, Apollo o beijava ternamente mais para Leonidas era como se queimasse, Apollo o tocava com delicadeza, para Leonidas era humilhante, durante o ato Apollo resitava juras de amor e Leonidas desejava a morte, com o primeiro suicidio Apollo se desesperou, não queria pensa em tambem perde Leonidas, seu espartano era uma murala, mais tijolo racha sobre o sol, quanto mais mortes eram relatadas, guerreiros mortos pelas suas proprias mãos mais lamentados pelos carrascos, mas Apollo ficava paranoico, com a morte de Raiden e a furia maniaca de Shiva Apollo surtou, aprissionou Leonidas no quarto e o amarrou a cama, se não pudesse se mover não poderia o deixar, mas sorrindo Leonidas o desafiou mais uma vez e dessa vez pela ultima vez, mordendo com força sua lingua o guerreiro de esparta se matou afogado no proprio sangue, uma morte indigna de um espartano mais digna do amante de Apollo
" Seu deuzinho de merda, aprenda a manda os outros se ferra, voce não precisa imprecionar nenhum merda"
A vida de Lu Bu não era tao ruim, ele lutava contra Thor, caçava com Thor, lutava ao lado de Thor, dormia com Thor e convivia com Simo e Nostradamus, mais ate o guerreiro chines com o tempo via o qual merda era aquilo, ele era um maldito animal de estimação, um cachorri fiel ao deus nordico, e quando Simo se matou fora um desperta rude mais necessario para Lu Bu que começa a pensa em tudo e a sentir, o distanciamento emocional que sempre sentiu deu lugar a uma solidao, a apatia de seus dias deu lugar a melancolia, e aos poucos o guerreiro fora definhando, trocando a graça da luta pelo silencioso sofrimento, Lu Bu não se matou apropriadamente dito, ele apenas foi dormi para nunca mais acorda.
- Inanição e desidratação - O servo que examina o corpo de Lu Bu fala com Thor - São mortais para humano e agem rapido.
" A vida e vazia Thor, e motivos para vive la não cai do ceu, sao encontrados"
Nostradamus era o ultimo mortal vivo, Budha e Kintoki desapareceram quando ninguem olhava e ninguem se impprtava com um traidor e um humano, Nostradamus e o fardo de Odin, o velho deus pensou em tranca lo, mais a dor de cabeça que ele lhe causou ao destruir o Bisfrod, fez com que uma veia vingativa o fizesse fica com o pequeno profeta, quem imaginaria que o detestavel humano fosse tao inteligente, que as horas que passavam conversando, jogando xadrez ou so um ao lado do outro fosse estimadas pelo senhor do panteão nordico, com a onda de suicidio humanos Odin se preocupou mais logo se absteve dessas tolices, seu humano era diferente, livre ate certo ponto, mimado e cuidado, não havia o porque se matar, o porque o deixa.
Entao fora uma supresa quando ao entra na biblioteca o encontrou sentado em sua cadeira adormecido, ou era o wue parecia, Odin sorri suavemente mais para notando a bela hortencia azul nas maos do frances, uma flor bela e perigosa e a azul tinha um significado forte, sem precisa se aproxima Odin ja sabia o que veria, o rosto palido, labios sem cor e se abrisse a boca do profeta veria a cor azul da flor ingerida.
" Ne Dindin voce sabe o significado da Hortensia azul? Ela simboliza a serenidade, paz, harmonia, e em algumas culturas, um pedido de desculpas."
Sem os humanos a vida no Olympus se manteve igual, ninguem se importava, apenas quem os perdeu, esses deuses lamentavam e se perguntavam.
"O que poderiamos ter feito diferente? Porque nos deixaram? Não fomos o suficiente"
O tempo fora passando e aos pouco uma doença se espalhou pelos deuses, aos poucos perdiam seus poderes e força e seus corpos entrariam em um sono eterno se desfazendo, fora algo lento que logo se tornou um grande medo coletivo, ninguem sabia o que fazer ate alguem responder.
Qual cruel voces são - Uma voz feminina ecoa pelos salões de Valhala - Deuses egoistas e hipocritas, clamaram pela morte da raça humana mais guardaram amantes humanos, diga me minhas crianças, porque odiar uns e poupar outros, Deuses e humanos sao organismos co dependentes meus filhos, a doença que sofrem vem da perda dos humanos, voces se dependem, foram criados para co existir, humanos adoram os deuses e a natureza, uso ds força ao deus que mantem o equilibrio, uma engrenagem perfeita e sem isso tudo ruira, esse mumdo ja esta condenado aos poucos o mar secara, a terra ruira, o sol apagara e tudo desaparecerar mas posso os ajudar, reiniciarei a roda da criação, a raça humana retornara mais os deuses devem ser punidos, Valhala e o mundo mortal se tornaram um outra vez e cada deus tera um predestinado humano, ele sera seu grande amor mais seu toque sera como veneno para o mortal, voces viveram eternamemte em um ciclo de solidao, amor e perca, se lembrando de cada um dos momentos vividos para anciar pelo que ainda iram viver.... boa sorte meus filhos.
