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Characters:
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Language:
Português brasileiro
Series:
Part 1 of How we choose to live
Stats:
Published:
2024-08-27
Updated:
2026-01-14
Words:
295,689
Chapters:
79/?
Comments:
230
Kudos:
214
Bookmarks:
81
Hits:
13,728

How we choose to live

Summary:

Just to clarify, this is just another idea that I hope will inspire someone to write a fic for me to read ♥️

What would happen if an OC of Naruto, a former Hokage, was reincarnated in the Harry Potter universe? Well, then the wizarding world would see what a paper-nin (a medic-nin and a master of seals) could do when his Will of Fire is put to the test.
A war against a megalomaniac and his private army? This seems more like a deja-vu from Danzo (may he rest in hell). No matter the world, it seems that Lyra will always have to be the one to take out the trash.

I made an English version (it may take longer to update than the Portuguese version) with the same title (https://archiveofourown.org/works/59432233/chapters/151566286#workskin).

Chapter 1: (Re)Nascimento

Chapter Text

Ryuna:

Nascer de novo era... desconfortável. Doloroso poderia descrever certamente, mas Ryuna já tinha sentido muita dor em sua ultima vida e isso nem entrava no radar, então desconfortável é o que é.

Os últimos meses no útero foram, no mínimo, estranhos. Os sons de fora eram distorcidos e os de dentro eram muito altos. Ryuna nunca tinha parado para pensar que os bebes podem ouvir o sistema digestório funcionando. BIZARRO.

Então veio o parto – desconfortável – e ela estava do lado de fora Ryu podia ouvir uma agitação e ao redor, embora não soubesse o que diziam. A língua estrangeira era completamente diferente do japonês e tudo o que ela conseguiu entender daquela bagunça era o tom de urgência e o som de passos correndo enquanto ela própria era manejada por uma mão grande que rapidamente a enrolou em um cobertor.

Seu corpo era novo e ela não sabia como controlar mesmo o mais simples dos movimentos, então ela estava distraída demais com o funcionamento interno de seu próprio corpo para se preocupar com o que acontecia ao seu redor. Mais tarde ela poderia se repreender por essa falta de atenção.

Os passos eram muito barulhentos para pertencerem a um ninja que se preze. Talvez estivesse em um hospital civil? Ela tinha renascido em uma família civil? Francamente, os espíritos dos dragões não poderiam ter dado pelo menos uma pista do que ela deveria fazer nessa nova vida?

Antes, quando o acordo de sua alma foi feito, eles disseram que eles possuiriam sua alma e que ela manteria suas lembranças através das reencarnações para agir em nome deles. Mas eles nunca disseram o que ela deveria fazer! Eles só a abandonaram ali para viver sua vida de bebê com a mente de um adulto... será que foi assim que Kurama-kun se sentiu quando ela lhe deu um corpo de bebe? Bem, não pode ser tão ruim se no final ele estava bem com ela, não é mesmo? Kurama é bom em guardar rancor, então ele dificilmente a teria perdoado se ser um bebê fosse tão ruim.

Com isso em mente e tentando ser otimista, porque no momento ela não poderia fazer nada por si mesma e ser pessimista não ajudaria em nada, ela passou os próximos dias completamente cega – literalmente – e tentando entender o que acontecia ao seu redor. O bom dos instintos era que ela não precisava se preocupar com atuações, seu corpo sabia do que precisava e ela poderia simplesmente chorar até que suas vontades fossem atendidas por seus escrav... seus pais. Responsáveis? Ela não sabia, não conhecia a língua para entender os barulhos que ouvia e tampouco poderia ver para identificar uma figura familiar.

Então, claro que quando sua visão começou a melhorar, ela devorou informações dos seus arredores, como um Akimichi devoraria um buffet grátis. O homem que estava pairando sobre ela e sorrindo tinha o cabelo preto e pele um pouco bronzeada e parecendo cansado, mas isso não era particularmente preocupante, afinal bebes dão trabalho. É a punição dele por ser sexualmente irresponsável. Seus olhos pareciam claros, cinza como uma nuvem de tempestade. Era um homem bonito, embora seus olhos sejam mais redondos do que ela estava acostumada.

Nos próximos dias, ela descobriu que seu novo nome era Lyra.

Adeus, Ryuna.

Olá, Lyra.

Outra coisa que ela percebeu foi que o homem – que ela supôs ser seu pai, já que era a única figura que viu nos últimos dias e nenhum pai que se preze abandonaria um bebê tão jovem por dias a fio – tinha um pequeno bastão de madeira que ele balançava aqui e ali e fazia as coisas flutuarem e ganharem vida. Isso não era ninjutsu... simplesmente se sentia diferente. O que era, Lyra não saberia dizer nem que sua vida dependesse disso, mas ela tinha tempo para descobrir.

Se aquilo fosse o equivalente ao ninjutsu nesse lugar, significa que era hereditário e que ela também poderia fazer isso? Será que o bastão de madeira era mesmo necessário ou era como os sinais de mãos que os ninjas usam para ajudar na liberação de um jutsu? Eles ajudam, mas não são necessários. Não era impossível fazer um ninjutsu sem sinais – difícil sim, impossível não – então talvez Lyra pudesse fazer as coisas se moverem como seu pai se tentasse bastante. Ela só precisava entender como esse tipo de ninjutsu funcionava.

Será que ela ainda tinha chakra?

Lyra dedicou os próximos dias de sua jovem vida à meditação. É difícil encontrar o núcleo de um corpo tão jovem e subdesenvolvido, mas Lyra já havia criado corpos do nada e era uma mestra na manipulação das redes de chakra, então se tinha alguém que poderia encontrar e entender suas novas redes era ela. Mesmo que fossem bem diferentes do que ela esperava quando finalmente conseguiu identificá-las lá dentro.

Era bastante similar à rede de chakra, mas também fundamentalmente diferente. Parecia mais selvagem do que ela estava acostumada, mais flexível também. O chakra tinha limitações e regras que o tornavam previsível, mas todas as regras poderiam ser contornadas para tornar praticamente qualquer coisa possível. Pelo menos em teoria. Mas aquela nova rede era mais fluida, como água ou ar, que Lyra não poderia simplesmente ordenar. Pelo menos não à primeira vista, mas o bastão de madeira de seu pai era a prova de que era possível controlar aquela energia.

Seus primeiros experimentos com sua nova rede de... isso poderia mesmo ser chamado de chakra? Seu pai não falava japonês e essa energia estranha percorrendo seu corpo indicava que ela não estava nem perto do País do Fogo. Talvez nem estivesse no mesmo mundo que conhecia. Era uma possibilidade que não poderia ser ignorada, embora fosse um pouco triste saber que ela não poderia ver seus filhos e netos de novo, mas ela viveu uma vida plena e morreu de velhice – aos 96 anos – cercada pela família então estava em paz com a mudança. Só estava com um pouco de saudades.

Enfiiim. Seus primeiros experimentos foram mais como acidentes. Ela fazia coisas voarem e quebrarem pela casa e seu pai comemorou nas primeiras vezes, mas agora ele apenas suspirava. Lyra nem poderia culpá-lo porque ela estava destruindo a casa. Sua comemoração deveria ser por ela ter se mostrado adepta a essa estranha habilidade de fazer coisas voarem que ele tinha, assim como os clãs comemoravam quando uma criança mostrava bom domínio sobre suas habilidades e do chakra.

Depois que ela começou a quebrar coisas, outras pessoas começaram a pairar ao redor dela. Uma mulher ruiva que ficava arrulhando para ela e um homem de cabelo bagunçado e óculos. Também tinha um homem alto com cicatrizes no rosto e um outro baixinho e gordinho. Todos ficaram me cutucando e arrulhando. Claro que sim, eu era linda! Eu me vi no espelho em algum momento durante a visita e eu podia ver que tinha cabelos negros ralos devido à idade, mas os olhos azuis eram brilhantes demais para ser aquele azul temporário que muitos bebes têm nos primeiros meses após o nascimento.

Talvez tivesse alguma coisa a vez com o fato de Lyra estar canalizando o fluxo de energia dentro dela para diferentes partes do corpo para testar os efeitos. Ela não adquiriu superforça nem resistência que teria obtido com chakra o que apontou uma diferença prática entre as duas energias além do sentimento distinto. Apesar disso, essa energia ajudava a curar e Lyra descobriu isso ao direcionar essa energia para o bumbum e curar suas assaduras. Foi uma ótima descoberta. Aparentemente, isso também acelerou seu processo de adaptação natural, permitindo que seus olhos se tornassem nítidos muito mais rapidamente do que fariam sem ajuda – usando os bebes civis como referência em vez dos ninjas na falta de um parâmetro de comparação mais adequado aos padrões desse mundo.

Aquelas pessoas que apareceram depois de ela quebrar coisas continuaram vindo de vez em quando, mas raramente vinham todas ao mesmo tempo. Enquanto isso, Lyra continuou tentando aprender o novo idioma e treinando o controle dessa energia selvagem. A ideia de ser tão indefesa não era nada agradável, mesmo que os adultos ao seu redor parecessem bons e tudo mais, ela não viveu tanto tempo em sua antiga vida sem tomar precauções. Além disso, se tem uma coisa que ela aprendeu com toda aquela bagunça com Naruto, foi que só porque seus pais te amam, não significa que eles vão estar sempre lá ou que as pessoas vão fazer a coisa certa só porque ela é um bebe. Se não fosse por Ryuna, Naruto teria sido abandonado à própria sorte na Aldeia e Lyra não estava nem um pouco ansiosa para ser colocada em uma situação semelhante, não importa o quão improvável esse cenário parecesse quando ela estava cercada pela família.

Espere pelo melhor, prepare-se para o pior.

E isso ela fez. De novo e de novo até que era capaz de fazer voar os objetos que ela queria, na direção que ela queria que fossem. Era mais como se fossem jogados, mas isso já era alguma coisa. Se ela fosse atacada poderia usar isso para se defender, pelo menos. No começo um ou dois arremessos já a cansavam, mas o número aumentou gradativamente conforme Lyra meditava para aumentar suas reservas como fazia com seu chakra antes, o que se mostrou bastante eficaz.

Suas funções fisiológicas seguiram seu fluxo natural de evolução e Lyra pouco a pouco aprendeu a controlar seu novo corpo, seu novo conjunto de ossos e músculos que não contavam com o reforço de chakra para fortalecê-los. Pelo menos não naturalmente como acontecia com o chakra. Portanto, assim que conseguiu, começou a tentar usar aquela energia para tentar fortalecer seu corpo conscientemente.

Essa nova energia não se solidificava. O chakra não era solido por si só, mas poderia se solidificar se seu portador tivesse um controle bom o bastante. Era comum que o chakra fosse usado para estender o alcance de uma lâmina, por exemplo, ou o Susano do Sharingan. A questão era que essa nova energia não se solidificava, ela era essencialmente fluida e flexível e, portanto, não poderia fortalecer o corpo. Frustrante, mas poderia ser adaptado talvez?

Lyra começou a tentar usar essa energia como um amortecedor. Em vez de permitir que seu corpo receba o impacto total enquanto está fortalecido para não sofrer danos, talvez o melhor caminho com essa energia desconhecida seja impedir que o corpo receba o impacto total. Revestindo todos os ossos de energia e colocando uma camada mais espessa entre cada uma das juntas, ao mesmo tempo em que preenche o corpo para não deixar espaço para os órgãos baterem uns nos outros ou sofrerem quaisquer danos, isso deveria absorver o impacto de uma grande queda por exemplo. Mas e se fosse um golpe mais direcionado, como um soco? Talvez direcionar a energia para o local entre o golpe e seu corpo deveria ser o bastante. Em teoria. Ela ainda sentiria, mas seria consideravelmente mais fraco e menos destrutivo.

Tudo isso não passava de teoria. Irritante, mas ela não tinha os meios de fazer testes ainda.

Ela esperava que Orochi-sensei não estivesse se sentindo muito frustrado em sua própria reencarnação. Ela não acreditava que ele era paciente o bastante para seguir o fluxo natural de evolução uma vez que a novidade de uma nova biologia e mundo tivessem passado.

Os dias passaram e viraram semanas que viraram meses e Lyra saiu de casa com seu pai – que ela descobriu que se chamava Sirius – e se viu cercada de mais barulho e vozes. Ela tentou controlar as coisas mais distantes então para testar o alcance de sua energia e quase parecia que estava funcionando, mas seu pai se agitou e pediu que parasse. Ou ela pensou que sim pela linguagem corporal um tanto frenética.

Ele ficou repetindo a mesma palavra algumas vezes, que ele já tinha falado antes, mas pelo contexto Lyra finalmente descobriu que era o nome da energia estranha dentro dela: magia.

O chakra desse mundo se chamava magia.

***

Sírius:

O bebê era uma surpresa. Não que Sirius não a amasse, sua pequena Lyra, mas ele não estava exatamente esperando pela paternidade. Foi uma das garotas com quem ele tivera um caso em Hogwarts nas últimas semanas de aula antes da formatura. Phoebe Adams, uma nascida-trouxa da Lufa-lufa que estava no mesmo ano que eles e que tinha interesse nele por causa de seu estilo trouxa e seu título nobre, mesmo que Sirius tivesse sido renegado pela própria mãe.

Phoebe queria ser uma Lady e, como nascida-trouxa, haviam opções limitadas para alcançar esse objetivo. Não que Sirius soubesse disso na época em que dormiram juntos. Muito menos que ela tivesse tomado poções de fertilização para ajudar na concepção.

Imagine a surpresa de Sirius quando Phoebe apareceu na casa dos Potter querendo falar com ele, com uma barriga já visivelmente inchada com a gravidez. James e Lily estavam lá quando ela estava exigindo falar com ele, então eles ficaram desconfiados, afinal esses tempos eram perigosos e Sirius era um Auror lutando contra Vondemort. Os dois conseguiram tirar de Phoebe a informação sobre a gravidez e Lily conseguiu descobrir sobre o plano da lufana para "fisgar" o herdeiro Black com aquele bebe antes mesmo de Sirius ser informado sobre tudo.

Foi... confuso.

Por um lado, Sirius queria manter distância da mulher que queria usar um bebê, seu filho, como uma ferramenta para seus desejos e interesses. Esse tipo de pensamento era muito familiar para seu conforto. Por outro lado, ele não poderia abandonar seu filho a esse destino, embora fosse um pouco tentador abrir mão da responsabilidade, Lily insistiu que não seria bom para a criança e que ela poderia ajudar Sirius na criação.

Mas antes de tudo eles precisavam descobrir o que fazer com Phoebe.

Tinha todo um plano e contratos mágicos de guarda compartilhada, que Lily elaborou se inspirando na burocracia trouxa, que garantiriam que Sirius teria direito de ver sua filha – era uma menina! – independentemente dos desejos pessoais da mãe, para que Phoebe não pudesse manter sua filha como refém em troca de um casamento ou coisa do tipo. Também havia salva-guardas para uma possível ameaça dos Comensais da Morte.

No final, tudo foi em vão quando Phoebe morreu depois de ter sido atacada no Beco Diagonal pelos Comensais da Morte em uma das muitas escaramuças que vinham acontecendo nos últimos meses e os curandeiros precisaram fazer uma cesariana de emergência para salvar o bebê. Com a ajuda de algumas poções para ajudar os pulmões a terminarem de se desenvolver, Sirius recebeu instruções de manter o bebê em casa nas próximas duas semanas com um regime de poções rigoroso e manter o bebê longe de animais, sujeira e estímulos muito intensos para evitar que seu corpo prematuro adoecesse. Em circunstâncias normais ela ficaria no hospital, mas com os ataques acontecendo com alguma frequência, os médicos não mantém ninguém lá a menos que não haja outra opção.

Foi assim que nos primeiros dias, Sirius se viu preso em casa com um bebê e proibido de assumir sua forma animagás. Seus amigos traziam comida até seu pequeno apartamento, mas não ousavam chegar muito perto com medo de transmitir algum tipo de doença para o bebê.

Sirius levou dias para decidir um nome para sua filha – porque ele não tinha exatamente falado com Phoebe sobre o nome que ela estava planejando para a pequenina – e passou seu tempo livre enquanto o bebê dormia folheando livros com nomes de constelações. Era uma tradição Black e, por um tempo reconhecidamente curto, ele pensou e abandonar essa tradição, mas Sirius simplesmente se recusou a permitir que sua mãe o impedisse de fazer o que quisesse.

Lyra Nebula Black, a única de seu nome.

Pequena Lyra se desenvolveu mais rápido do que o esperado e, em poucos dias, ele chamou um dos médicos do St. Mungos — um amigo da Ordem — para avaliar sua saúde em casa, por uma questão de segurança. Com a guerra se intensificando, Lyra era um alvo tentador tanto por ser filha de Sirius Black, um dos maiores opositores de Voldemort, quanto por ser uma Black, da mais Nobre e Antiga Casa dos Black.

O médico confirmou que Lyra estava saudável e seu corpo estava maduro o bastante para que ele pudesse ter mais liberdade de movimento, receber visitas e ter contato com coisas sujas, porque isso aparentemente ajuda a melhorar a imunidade dos bebês.

Não foi muito tempo depois disso que Lyra começou a ter ataques de magia acidental e começou a efetivamente destruir tudo ao redor. Como agora sua saúde não era mais tão frágil, com seus ataques de magia e com a necessidade de Sirius voltar ao serviço, seus amigos foram rapidamente convocados para a nobre tarefa de babás.

Foi Lily, quem primeiro elogiou a inteligência de Lyra ao apontar como ela olhava para as coisas como se tentasse entender. Que seus olhos – tão, tão azuis – eram muito nítidos e que era incomum alguém tão jovem ser capaz de identificar formas tão cedo, que bebes nascem meio cegos e levam meses antes de serem capazes de realmente ver coisas.

Lyra rapidamente se tornou a princesa dos Marotos e todos se atropelavam para atender suas vontades quando ela chorava ou quando tinha ataques de magia acidental. Eventualmente, Sirius tomou uma decisão e nomeou James e Lily como padrinho e madrinha de Lyra, já que eles eram os que passavam mais tempo com ela – Remus tinha medo de machucá-la devido à sua condição e Peter ficava extremamente ansioso com a simples ideia de pegar um bebê, com medo de derrubá-la em algum momento.

Eventualmente, entretanto, a guerra se intensificou e nem mesmo suas babás habituais estavam livres com frequência o bastante para cuidar da pequena Lyra.

Foi em uma das reuniões da Ordem que os gêmeos Prewett, Gideon e Fabian, ouviram os Marotos discutindo os turnos para cuidar de Lyra e mencionaram que sua irmã, Molly Weasley, tinha seus próprios filhos com Arthur Weasley e que ela poderia cuidar de mais um bebê enquanto Sirius e os outros estivessem ocupados.